(Revista Época)

O doleiro Lúcio Funaro,preso na Papuda desde julho do ano passado (Foto:  DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO)

 

Após a deflagração da Operação Patmos na quinta-feira (18), o doleiro Lúcio Funaro resolveu  acelerar as negociações para uma delação premiada na Lava Jato. As negociações com a Procuradoria-Geral da República, que andavam mornas por um bom tempo, ganharam fôlego. Por meio de seus advogados, Lúcio garantiu a investigadores que pode comprometer políticos importantes. Lúcio, que está preso desde julho do ano passado, era importante para o PMDB.

Uma das razões para a pressa de Lúcio foi a prisão de sua irmã, Roberta Funaro. Ela foi flagrada recebendo dinheiro da J&F.

Em conversa gravada com o presidente Michel Temer no dia 7 de março, no Palácio do Jaburu, Joesley Batista disse que estava comprando o silêncio de Lúcio Funaro e do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

>> Com delação da JBS, PGR perde interesse na delação premiada de Cunha

 

 

Todos os Direitos Reservados a(o) criador(a) deste conteúdo. Acesse o link original do post