Imperatriz faz desfile sobre Museu Nacional unindo nobreza e ciência | Carnaval 2018 no Rio de Janeiro

A Imperatriz Leopoldinense misturou realeza e ciência no desfile sobre os 200 anos do Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista e também foi palácio da família real. O carnavalesco Cahê Rodrigues se inspirou no filme “Uma noite no museu” e levou para a Sapucaí insetos, aves, fósseis e meteoros na penúltima apresentação da madrugada desta terça-feira (13).

A Imperatriz avançou mais devagar que o normal pela Sapucaí no começo do desfile por causa do tempo que a comissão de frente levava para executar a coreografia – cerca de 2 minutos e 30 segundos.

A lentidão inicial acabou comprometendo o desenvolvimento e, com 1h de desfile, ainda tinha muita escola para passar.

Algumas alas precisaram acelerar um pouco o passo para a Imperatriz terminar a apresentação dentro do tempo limite. A escola cruzou o portão da dispersão com 1h14.

A atriz Isabel Filardis veio no solo em uma performance que representava Luzia, a mais antiga brasileira. No último carro, um dos destaques foi o cantos Elymar Santos.

A beleza de algumas fantasias deixou um pouco a desejar, como da bateria e das baianas. Melhor resultado tiveram as alas que representaram os animais que estão expostos no museu, como a dos tucanos e a das onças.

O tripé sobre o meteorito que fica exposto no Museu Nacional tinha grandes balões de gás helio representando planetas que foram enchidos pouco antes do desfile e precisaram ser segurados por componentes da escola durante todo o desfile.

A Imperatriz já conquistou oito títulos do carnaval do Rio, o último em 2001.

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