Resultado: Presidente da Acadêmicos do Tatuapé exalta comunidade

Eduardo dos Santos afirma que escola procura resolver seu problema de receita recuperando fantasias e o usando o elenco da casa

Lucas Mello



13 fev 2018, 20h44

O presidente da Acadêmicos do Tatuapé, Eduardo dos Santos, exaltou o apoio da comunidade ao comemorar o bicampeonato da escola no grupo especial do Carnaval de São Paulo. “Somos uma escola que não tem quadra, vivemos embaixo de um viaduto e não vendemos fantasias, por isso o carnaval é caro todo ano. Fazemos nossos desfiles exclusivamente com a verba oficial e ações que fazemos na quadra”, afirmou a VEJA.

Este é o segundo título da história da Acadêmicos do Tatuapé, que voltou a disputar no grupo especial em 2013. Segundo ele, a escola é a que tem o menor número de contratados no país: apenas o intérprete Celsinho Mody e o carnavalesco Wagner Santos. “Procuramos resolver o problema de receita da escola diminuindo o máximo possível nosso gasto, recuperando fantasia, alegoria e usando nosso elenco da casa”, explicou.

O pensamento no tricampeonato, no entanto, só começará após as comemorações desse título. “Temos alguma ideia do que fazer para o carnaval de 2019, mas nada definido. Definiremos nosso enredo apenas no dia 23 de abril, Dia de São Jorge, nosso santo padroeiro. A escolha depende de oportunidade, do momento em que estamos vivendo”, completou o presidente.

O resultado foi conhecido na divulgação do último quesito (mestre-sala e porta-bandeira.). O desfile da escola, uma homenagem ao Maranhão e sua cultura local, foi assinado pelo carnavalesco Wagner Santos e teve a participação de 2.761 componentes, divididos em 26 alas e cinco carros alegóricos. A ala das baianas homenageou a Floresta dos Guarás, uma das maiores reservas florestais do estado. O Palácio dos Leões, sede do governo, e outros pontos turísticos da capital São Luís, foram representados nas alegorias.

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