Seis pessoas seguem presas suspeitas de envolvimento na “Chacina das Cajazeiras” – Polícia


Secretário da Segurança e autoridades policiais realizam coletiva de imprensa nesta segunda (29)
( Foto: Kid Júnior )


Cinco suspeitos, dos sete detidos na manhã desta segunda-feira (29), continuam presos suspeitos de envolvimento na Chacina das Cajazeiras que deixou 14 pessoas mortas no último sábado (27). O número foi confirmado em entrevista coletiva realizada nesta noite pelo secretário da Segurança, André Costa, e autoridades policiais. Contando com o primeiro detido, ainda no sábado, seis seguem presos no total.


Os suspeitos confessaram ser integrantes de uma facção criminosa e, com eles, foram apreendidos três armas de fogo: duas pistolas, uma .45 e a outra de calibre 380, além de um revólver calibre 38. Segundo o diretor da DHPP, Leonardo Barreto, foram solicitados exames para saber se há relação das armas que estavam com o grupo com a chacina.


Barreto explicou que dos 7 detidos, dois não apresentaram indícios suficientes para continuarem presos e foram liberados. Seguem detidos: João Paulo Nogueira, Lucas de Souza Teixeira, Ronaldo de Oliveira Castro, Elias Gadelha de Araújo e Victor Max de Freitas. 


O delegado explicou ainda que os suspeitos foram presos em um cemitério em Pacatuba, quando participavam do sepultamento de um homem que morreu no último sábado em confronto com a Polícia no bairro Boa Vista.


Além dos detidos, três veículos foram apreendidos pela Polícia. Um carro foi encontrado no sábado, outro no domingo e o terceiro nesta segunda. O delegado explicou que outros detalhes ainda não podem ser revelados para não comprometer as investigações. 


Maior operação contra as facções criminosas


André Costa reforçou durante a coletiva que a Polícia fará a maior operação contra as facções no Estado. Segundo ele, os agentes continuam trabalhando para dar as repostas que a população merece. Questionado sobre as críticas que recebeu após afirmar que não havia motivo para pânico, o titular da SSPDS disse que confia no trabalho dos policiais e que a Polícia está agindo. “Olho com tranquilidade. Eu nunca abri a boca para dizer que Fortaleza e O Ceará não têm problemas de segurança pública”. 

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